Недалекое будущее. Адвокат подает в суд на правительство Бразилии с требованием возмещения ущерба всем потомкам африканских рабов в стране. Авторитарное правительство в ответ подписывает указ о депортации всех чернокожих граждан страны в Африку. На людейа начинается настоящая охота - их ловят и насильно вывозят на другой континент. Пока армия и полиция следят за соблюдением закона, адвокат поручает дяде найти его жену, а сам присоединяется к подпольному движению сопротивления.
O cinema é a arte do mostrar, não do dizer. Quando se tem tanto recurso - imagem, som, cor, movimento - as ideias podem se tornar matéria e forma, não precisam depender da retórica. Esse é um filme que jamais acredita na sua própria potência. Que se perde ao escolher dizer tudo ao invés de construir o que precisa ser dito. Que escolhe o caminho mais “fácil” pra levantar sua bandeira através do texto - que é repleto de frases feitas - ao invés de potencializa-lá com cinema. E quando resolve usar de linguagem cinematográfica pra construir alguma coisa, acaba passando uma mensagem ambígua e problemática. Em uma sequência climática, o filme cria uma montagem paralela entre duas situações, aproximando-as…
aquele tweet da st vincent Making art about important things doesn’t make it important art.
Dá pra ver que as intenções de Lázaro Ramos com o seu “Medida Provisória” são das melhores. Mas é ao articular essas boas intenções que o filme erra e vai errando mais e mais até o fim. Quando ele passa pela comédia ao oferecer um olhar satírico e muito escrachado de um mundo onde o absurdo é possível e reflete as nossas próprias vivencias recentes com governos reacionários e que ameaçam minorias, acho que o filme se sai até bem porque o elemento caricatural evidente nele, se mescla muito bem com esse tom. O Seu Jorge está ótimo, oferece as melhores coisas do filme nesses momentos e é o único personagem que lembra um ser humano. O que é o…
Tem boas intenções, o que NESTE CASO é muito válido. É ótimo ver tantos pretos na tela de um filme brasileiro. E confesso que gostaria de ver o Lázaro dirigindo outros filmes. Infelizmente traz duas sequências que são das coisas mais problemáticas que vi no nosso cinema nos últimos anos. Me retorci na cadeira. E me dói muito dizer isso, principalmente porque até metade do filme a discussão era tão, mas tão válida. E quero muito ver mais diretores pretos dirigindo filmes com alcance ainda maior que esse.








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