Travaillant sur un péage Suellen, commence à aider un gang de voleurs à dérober les montres de luxe afin d'envoyer son fils dans un coûteux centre de thérapie de conversion.
“Você acha que o mundo lá fora é fácil pra gente que nem você?Lá fora, mãe?” Quase chorei nesse diálogo aqui. Esses dias contei pra minha mãe que eu tava namorando. Contei pra ela que tava namorando um menino. A gente já tinha conversado sobre minha sexualidade. Uma única vez, alguns anos atrás. Mas ela fingiu que era novidade total, como se a gente nunca tivesse falado sobre. Tanto naquela conversa quanto na de agora minha mãe teve uma fala muito parecida com essa, de que a minha “opção” ia me causar muitos problemas na vida, que não ia ser fácil. Hoje mesmo ela veio me perguntar por que eu estava “escolhendo” uma coisa tão difícil pra minha vida.…
Obrigada, Carolina. Eu precisava muito saber como os trabalhadores de pedágio entram nas casinhas e trocam de turno sem ter que parar o trânsito
a cena final dele cantando e olhando fixamente pra sua mãe enquanto outras pessoas o aplaudiam me lembrou Francis forever: "eu não preciso que o mundo me veja, mas eu não conseguiria aguentar estar onde você não me vê".
"Mãe, preciso te contar um negócio"."Eu não tenho que saber tudo da sua vida, Tiquinho". Toda vez que "Pedágio" fala sério é um filme bem forte: a cena em que o jovem protagonista conversa com o melhor amigo e conta como se sente; o diálogo com o novo amigo no parque de diversões onde acha conforto; a conversa truncada com Suellen já perto do final que, em poucas frases, diz muito sobre a incomunicabilidade. São momentos em que o segundo longa de Carolina Markowicz toca em sua questão mais sensível: a incapacidade de entender, aceitar, abraçar o que é diferente. O assunto surge enquanto o filme nos situa: estamos no interior, ao lado de pessoas pobres, de pouca instrução,…









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