Over the years, the monthly meetings of the Stew Club – a fraternity that has gathered seven long-time friends for decades – has gone from rituals of power to melancholic failure assemblies. The end would be its only worthy fate. Until a mysterious cook appears, and starts serving them magnificent feasts. The bonds of friendship are back, gluttony as a celebration of life. But there is a catch: after each dinner, a member of the brotherhood is found dead the next morning.
(Folha, 2/11/2022) Um problema recorrente do chamado "filme médio" é que ninguém sabe bem o que é um filme médio. Parece ser um filme que busca interessar a um número de pessoas grande o bastante para cobrir os custos, ao mesmo tempo que se afasta das vulgaridades próprias do espetáculo popular —da chanchada à dita "globochanchada". Deve ser um produto com atores conhecidos e produção razoável, não uma superprodução, disposto a renunciar o mau gosto, mas também renuncia a arroubos artísticos, originais, muito políticos. A polidez se impõe. Esse tipo de produção pode recorrer, eventualmente, à adaptação de autores conhecidos, como faz "O Clube dos Anjos" com o livro de Luis Fernando Verissimo. Ainda assim, o enigma permanece intacto —qual…
"comida é poder." esse filme tem uma fotografia incrível!!! amei como a luz externiza(?) as sensações que a comida causa nas personagens, mas o tom teatral não me agradou tanto. no início, me frustrou um pouco eles claramente estarem sendo burro, mas se a gente dá uma chance e continua assistindo, vai percebendo que tem um motivo e que os porquês são geniais (e eu nao esperava por eles). muito bom, mas essa primeira parte do roteiro podia ser melhor.
Glauber Rocha já falava da estética fome, e é o que senti no final da película, ele ficaria tão orgulhoso. Aqui tem uma mistura de Hannibal (a série), o clube dos batutinhas e uma sociedade dos poetas mortos flertando com virgens suicidas, só que nesse caso são homens herdeiros privilegiados e que respiram as gotículas do fracasso. O elenco como um todo tem uma sinergia muito boa, tem um humor inteligente e a quebra da quarta parede é utilizado como um recurso que aproxima e inclui o público na trama, somos cúmplices do que estamos vendo e nos questionando qual seria nosso prato preferido e o quão triste é negar o último pedaço. O único incômodo é proposital que é a previsibilidade do roteiro, já se sabe o que acontece, mas é essa acaba sendo a graça, ver como os personagens se comportam com o que já sabemos. Um bom filme que te deixa salivando por mais.










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